Organizar as contas

Entenda agora as diferenças entre gastos fixos e variáveis!

kitei · 07 de novembro de 2019 · 8 min de leitura

Todos sabem que a economia do país não vive os seus melhores momentos. Ainda assim, é possível manter o controle sobre as finanças pessoais. Para isso, é preciso entender o orçamento — em especial as diferenças entre gastos fixos e variáveis —, criando estratégias para reduzir o consumo e, por fim, mantê-lo sempre sob controle.

A grande questão é que, para que uma pessoa implemente este controle, ela precisa conhecer tanto os custos fixos quanto os variáveis. Além disso, ela precisa entender como apurá-los e reduzi-los. Pensando nisso, separamos algumas informações para ajudar você nessa tarefa!

Portanto, se você quer saber como controlar o seu dinheiro, este post é para você. Nele, vamos explicar o que são gastos fixos e variáveis, seus conceitos e diferenças, e como identificá-los. Depois, vamos mostrar a importância de manter o seu orçamento sob controle, com algumas dicas para ter sucesso nessa ação. Acompanhe!

O que são gastos fixos e variáveis?

A verdade é que os gastos fixos e variáveis fazem parte das nossas vidas e estamos tão acostumados a lidar com eles — em nosso dia a dia — que muitas vezes nem nos damos conta. Confira as suas principais características!

Gastos fixos

Os gastos fixos são aquelas despesas que precisam ser pagas periodicamente, de modo que acabam fazendo parte da rotina de uma pessoa. Uma vez que esses gastos costumam estar atrelados a serviços essenciais, é necessário que eles sejam priorizados.

Isso porque — se eles não forem pagos em dia — serviços importantes podem ser cortados. Continue a leitura e confira alguns exemplos de gastos fixos:

Gastos variáveis

Diferentemente dos custos fixos, que não se modificam, os gastos variáveis são as despesas que oscilam.

Essa oscilação pode estar atrelada a muitos fatores, e um dos mais relevantes é a estação do ano. Isso ocorre porque, em determinados períodos, alguns produtos se tornam mais escassos e, por consequência, mais caros. Além disso, as mudanças de estação também levam as pessoas a usar mais ou menos determinados produtos e serviços.

Veja alguns exemplos:

Os gastos variáveis são muito importantes para quem está precisando economizar, visto que são flexíveis e podem ser reduzidos ou ampliados a qualquer momento.

É preciso ter em mente que esses não são os únicos tipos de gastos. A partir deles é possível pensar em semifixos e semivariáveis, que são custos que, embora possam sofrer alterações no valor, são periódicos. É o caso das compras no supermercado, por exemplo.

Qual a diferença entre gastos fixos e variáveis?

Considerando todas as informações que foram apresentadas, podemos chegar à conclusão de que a principal diferença entre gastos fixos e variáveis está no fato de que os variáveis apresentam uma oscilação mais elevada.

Via de regra, o aumento nos custos relacionados aos gastos variáveis está atrelado a mudanças no hábito de consumo. Ou seja, diferentemente dos gastos fixos, que têm um valor previamente estabelecido — independentemente do uso do produto ou serviço — os custos variáveis aumentam conforme o produto, ou serviço, é utilizado.

Devido a essas características, uma pessoa interessada em organizar o orçamento para limpar o nome — por exemplo — pode mapear os períodos em que seus gastos variáveis aumentam e tomar atitudes para reduzi-los.

O que fazer para calcular os gastos fixos e variáveis?

Embora existam muitas estratégias úteis à disposição de uma pessoa que deseja controlar melhor o seu orçamento, podemos dizer que contar com ferramentas tecnológicas — como aplicativos especializados — é a melhor opção.

Isso ocorre porque, por meio dessa tecnologia, qualquer pessoa pode monitorar seus gastos — como as despesas no cartão de crédito — sem precisar fazer anotações em papel ou criar planilhas eletrônicas.

Uma atitude que, além de reduzir os riscos relacionados ao erro humano, ainda permite que a tarefa seja realizada mais rapidamente.

Por que é importante saber a diferença entre gastos fixos e variáveis?

Entender essa divisão é compreender a base para um planejamento financeiro pessoal de sucesso. Assim, ao saber o que são gastos fixos e variáveis, é possível:

Esses são apenas alguns exemplos de como entender esses dois grupos de gastos pode impactar o planejamento financeiro.

Como fazer um planejamento financeiro com base nesses conceitos?

Não entender os conceitos por trás dos gastos pode ser um dos motivos para a desorganização financeira. Mas, agora que já explicamos a divisão básica, você está pronto para dar um passo importante: começar um planejamento financeiro.

A seguir, veja algumas dicas para cuidar do seu dinheiro de forma simples e fácil.

Tenha uma reserva de emergência

Esse tipo de reserva funciona como um kit de primeiros socorros. Imagine que você resolva sair do emprego para investir em um negócio próprio — juntou dinheiro, fez um plano de negócios e está pronto. Entretanto, de repente, o seu carro — com o qual você estava contando para ajudar nessa nova etapa — para de funcionar.

Percebeu como é importante ter uma reserva de emergência, separada daquele dinheiro separado para realizar algo? Por isso, o indicado é que uma das primeiras ações de quem quer assumir o controle das próprias finanças seja a de poupar um valor que corresponda a seis vezes o seu custo de vida mensal atual — somando os gastos fixos e variáveis.

Reformule os seus gastos mensais

Adapte os seus gastos mensais. Alguns especialistas em planejamento financeiro recomendam a seguinte divisão do orçamento mensal, para ser possível poupar e realizar sonhos:

Não existe fórmula mágica para se ter um bom orçamento. Cada realidade é uma, e a distribuição apresentada não é fixa. Porém, essa é uma estrutura que permite certa saúde financeira. Vale a pena tentar algo próximo para estimular a organização e a disciplina.

Trace metas de curto, médio e longo prazo

Sabe aqueles 20% do orçamento destinado às metas, na distribuição sugerida no último tópico? Agora, vamos ensinar você a usar esse dinheiro de forma estratégica!

Comece entendendo os prazos: metas de médio prazo devem levar, no mínimo, dois anos para serem concretizadas. Já as de longo prazo podem levar oito anos ou mais para serem atingidas.

Por isso, procure fazer com que a sua primeira meta a médio prazo seja a de criar uma reserva de emergência. Depois, encaixe viagens, compra de automóvel e demais necessidades, e prazeres nos outros prazos.

Otimize o orçamento

Agora, chegou a hora de fazer o seu dinheiro multiplicar. Uma vez identificados quais são os gastos fixos e variáveis, estude as suas despesas!

Os gastos fixos, como o próprio nome diz, são estáveis. Entretanto, eles podem ser diminuídos. Contas como água, luz e internet podem ser reduzidas com mudanças de comportamentos no dia a dia.

Já os gastos variáveis apresentam uma grande oportunidade de melhorar as contas em casa. Porém, isso também vai exigir sensatez. Por exemplo: quando alguém da família está desempregado, os passeios podem ser reduzidos e as idas a restaurantes podem ser transformadas em lanches descontraídos em casa.

Considere as dívidas

Negocie as suas dívidas e coloque-as no orçamento mensal. Se forem grandes, divida o valor e coloque as parcelas nos custos fixos. Se forem pequenas, tente eliminar algum gasto variável para quitá-las.

Nesse contexto, é importante ressaltar que a tecnologia surgiu com uma série de soluções eficientes para que pessoas endividadas lidem com esse problema. Por meio das plataformas digitais para renegociação, por exemplo, as pessoas podem renegociar seus débitos diretamente com os credores, isso em um ambiente virtual altamente seguro e eficiente.

Em um período de crise, como o que estamos vivenciando atualmente, um orçamento desorganizado pode acarretar uma série de problemas, como o atraso de pagamentos importantes como o aluguel. Nesse cenário, é fundamental que as pessoas saibam mensurar seus gastos fixos e variáveis corretamente.

Sem esse cuidado, dificilmente uma pessoa será capaz de manter suas contas em dia, o que — além de gerar altos custos com taxas de juros — pode até mesmo levá-la a ficar com o nome sujo.

Portanto, a tarefa de monitorar os gastos não deve ser menosprezada!

Se você gostou deste post sobre gastos fixos e variáveis, siga-nos nas redes sociais. Estamos no Facebook, Twitter, YouTube, Instagram e LinkedIn!

Tem pendência no seu CPF?Descubra em 2 minutos e negocie online, sem fila e sem telefone.
Consultar agora
parcelamentojuroscartao-de-creditoorcamento

Leia também

Kitei · RSS