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Como começar a investir? 3 dicas para fazer seu dinheiro render

kitei · 31 de dezembro de 2020 · 7 min de leitura

Começar a investir e prosperar é o sonho de muitos brasileiros, porém, ainda são poucos os que realmente arregaçam as mangas e partem para a prática. Se você deseja fazer parte desse grupo e quer compreender melhor quais são as opções disponíveis e quais os passos iniciais para começar, você está no lugar certo.

O objetivo deste artigo é apresentar as principais dicas práticas para quem quer investir e não sabe por onde começar. Para isso, primeiramente vamos entender qual a importância dessa prática, apresentando 3 dicas fundamentais para começar. Quer saber mais? Então, acompanhe!

Qual a importância de começar a pensar em investir?

Como sabemos, o dinheiro abre muitas portas e permite ter acesso a benefícios, prazeres e experiências. Muitos duvidam do valor do dinheiro e fazem comparações esdrúxulas do tipo “o amor é mais importante que o dinheiro”. Obviamente, isso é uma verdade, mas o fato é que, para as questões estritamente materiais, ter dinheiro é muito melhor que não ter. A importância de investir fica ainda mais evidente no longo prazo.

Quando conseguimos acumular recursos, proporcionamos uma vida financeira mais confortável e, ao mesmo tempo, segura frente a situações adversas que podem ocorrer a todo momento. Dessa forma, poupar e direcionar recursos para investimentos é fundamental para qualquer pessoa minimamente preocupada com a sua situação financeira, atual e futura, e também com a dos seus entes queridos.

Quais as principais dicas para começar a investir?

Agora que entendemos a importância do investimento para a realização de sonhos e para ter uma aposentadoria mais tranquila, chegou o momento de partirmos para a prática. Veja as 3 principais dicas que você precisa seguir antes de começar a investir. Confira!

1. Conheça bem a sua situação financeira atual

Fazer a lição de casa e organizar a vida financeira pessoal é o primeiro passo antes de começar a investir. Se você ainda está em uma situação de dívida, o melhor a ser feito é quitá-la antes de decidir aplicar os seus recursos. Isso é importante, pois os juros das dívidas — sejam do cartão de crédito, do crédito parcelado ou do cheque especial — são sempre muito superiores ao que se pode obter com investimentos.

Logo, enquanto estiver em dívida com algum desses produtos, você sempre estará mais perdendo que ganhando dinheiro. Outro ponto importante é separar um capital fixo para investir todos os meses, como se fosse o pagamento de uma prestação. Agindo assim, você poderá desfrutar dos benefícios dos juros compostos, fazendo com que o seu investimento inicial, somado a aplicações periódicas, cresça formando uma “bola de neve” positiva.

2. Defina seus objetivos para o investimento

O segundo passo importante para começar a investir é definir os objetivos do investimento. Afinal, o que você pretende atingir com as suas aplicações? Qual o capital disponível? Por qual período você pretende manter esse dinheiro aplicado? Os objetivos podem variar ao longo do tempo em curto, médio ou longo prazo. Você pode guardar para obter renda complementar na aposentadoria, comprar uma casa, trocar o carro, enfim.

Contudo, recomendamos fortemente que você tenha como objetivo inicial a construção da sua reserva de emergência, que nada mais é que um valor disponível para enfrentar situações difíceis, como uma demissão inesperada e casos de doença na família, por exemplo. Tais situações podem prejudicar a sua vida financeira, caso não esteja preparado contra elas.

3. Conheça os tipos de investimentos mais indicados para iniciantes

Com as contas em ordem, com uma reserva de emergência preparada para lidar com situações adversas, chegou o momento de decidir quais produtos escolher para começar a investir. Existem muitas opções de investimentos disponíveis no mercado e é exatamente por isso que você precisa escolher aquelas que estejam mais alinhadas com o seu perfil de investidor, momento de vida e quantidade de capital. Muitos investidores são avessos a riscos e, por isso, preferem produtos mais seguros que apresentam baixas rentabilidades.

Outros são mais arrojados e não se preocupam em ter perdas momentâneas frente a um potencial maior de retorno. Em todo caso, o que conta é ter um produto compatível com as suas expectativas e com o seu perfil. Sendo assim, procure por produtos mais simples, como a renda fixa (títulos públicos, CDBs com liquidez), para adquirir mais experiência. Não seja precipitado, lembre-se de que o seu capital é muito importante e não pode sofrer perdas desnecessárias.

Qual a diferença entre investimentos de renda fixa e de renda variável?

Outro passo importante, para uma pessoa que deseja começar a investir, é conhecer as características da renda fixa e da variável. Isso ocorre porque, sem essas informações, dificilmente o investidor será capaz de alocar seus recursos de maneira eficiente. Continue a leitura e tenha acesso a este conhecimento.

Renda fixa

Como o próprio nome sugere, a renda fixa é fixa. Isso significa que os rendimentos entregues são constantes, o que permite que o investidor crie estimativas para o seu ganho de capital ao longo do tempo.

Quando um indivíduo investe na renda fixa, ele empresta dinheiro a uma instituição, seja ela um banco ou até mesmo um país — como o Brasil. Por esse motivo, essa modalidade de aplicação costuma ser considerada a mais segura.

Como exemplos destes investimentos, podemos citar os seguintes títulos:

Dependendo da instituição em que a pessoa está investindo, o risco pode ser mais elevado mesmo se tratando de renda fixa. Como este risco costuma ser compensado por uma taxa de juros mais alta, o ideal é que o investidor — principalmente o iniciante — analise bem uma aplicação que entrega retornos acima dos praticados pelo mercado, antes de alocar recursos nela.

Renda variável

A renda variável, por sua vez, é extremamente volátil. O que faz dela uma opção pouco recomendada para uma pessoa que ainda vai começar a investir, e não tem experiência. Neste tipo de aplicação, o investidor não sabe ao certo o quanto vai lucrar. De modo que, embora seus retornos possam ser muito elevados, eles também podem ser inexistentes.

Via de regra, este tipo de investimento está atrelado à aquisição de um ativo negociado em mercado. Confira alguns exemplos de aplicações de renda variável:

Por que contar com o suporte de profissionais é uma boa ideia?

Como toda a tarefa que envolve dinheiro, a realização de investimentos demanda cuidado e informações. Afinal, um erro pode acarretar graves prejuízos e até mesmo comprometer o orçamento de uma família. Por essa razão, antes de qualquer coisa, a pessoa interessada em investir precisa estudar o mercado financeiro e compreender suas características.

A grande questão é que, a maior parte das pessoas não tem tempo o bastante parar estudar o mercado e acompanhá-lo diretamente. O que torna o suporte de especialistas uma solução interessante.

Contando com a consultoria de um profissional, um investidor iniciante é capaz de alocar seus recursos de maneira mais eficiente, reduzindo riscos e otimizando resultados. Fazendo assim a contratação deste suporte é altamente recomendada.

Como escolher uma corretora de valores?

Por fim, é importante que a pessoa — que pretende começar a investir — crie uma conta em uma corretora de valores. Isso ocorre porque todos os investimentos devem ser realizados por intermédio dessa companhia.

Em primeiro lugar, o investidor iniciante deve pesquisar a reputação da corretora na internet. Sites como o Reclame Aqui são muito úteis nesse momento. Além disso, ele precisa levar em consideração as condições oferecidas pela corretora, como as taxas cobradas por ela pelos serviços e as ferramentas — que ela oferece — para a negociação de ativos e para a realização de investimentos.

Por mais que nem todas as pessoas desejem ficar ricas, a vontade de conquistar a liberdade financeira, e de ter mais tempo livre, é compartilhada por um grande número de indivíduos. Objetivos estes que podem ser alcançados por meio dos investimentos.

Antes de mais nada, porém, as pessoas interessadas em investir — e construir um patrimônio — devem ter algumas atitudes — como buscar a educação financeira e pagar suas dívidas. Tomando estes cuidados, a tarefa de poupar recursos se torna muito mais simples.

Agora que você sabe como começar a investir, siga nossos perfis no Facebook, Twitter, LinkeIn, Youtube e Instagram para receber mais conteúdos de qualidade!

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