Durante a pandemia de covid-19, muitos bancos e instituições financeiras — como Bradesco, Itaú, Santander e Caixa — congelaram financiamentos de seus clientes. Contudo, uma vez que a atividade econômica se recupere, o acordo suspenso volta a vigorar. O que pode complicar a situação financeira de algumas pessoas.
Isso ocorre porque, em meio à crise, muitos indivíduos se viram forçados a usar o crédito para garantir o seu padrão de vida. De modo que o seu nível de endividamento se tornou maior, uma situação que tende a se tornar ainda mais grave com o retorno das parcelas dos financiamentos congelados.
Nesse cenário, a pessoa endividada precisa se preparar parar arcar com seus compromissos sem passar sufoco.
Pensando nisso, separamos 4 cuidados para lidar com o retorno do acordo suspenso. Veja!
1. Entenda o valor da dívida
O primeiro passo para se resolver um problema é compreendê-lo corretamente. A gestão de dívidas não é uma exceção a essa regra. Portanto, em primeiro lugar, a pessoa endividada precisa pesquisar todos os seus débitos em abertos e anotá-los em uma planilha.
Esse cuidado é importante para ela poder conferir, de maneira mais intuitiva, os valores. Nesse momento, é necessário que os débitos mais caros — que apresentam uma taxa de juros mais alta — sejam destacados. Isso ocorre porque, se os recursos do indivíduo não forem o bastante para quitar todos os débitos, essas contas mais caras devem ser priorizadas.
2. Analise sua situação financeira
Uma vez que a pessoa conhece a fundo suas dívidas, ela precisa se perguntar: tenho dinheiro bastante para quitar meus débitos? Uma resposta que demanda uma verificação tão minuciosa quanto a exigida pelo primeiro tópico. Portanto, o indivíduo precisa se sentar e analisar todos as suas despesas e fontes de renda. Apenas tomando esse cuidado, ele conseguirá confirmar se está pronto para lidar com a volta dos parcelamentos congelados.
3. Procure renegociar a dívida
Infelizmente, após seguir os procedimentos citados, muitas pessoas vão chegar à conclusão de que não têm dinheiro bastante para pagar suas contas. Nesse caso, a solução mais inteligente é contatar a instituição financeira e renegociar a dívida em busca de melhores condições. Uma tarefa que tende a se tornar mais simples, e menos burocrática, por meio de plataformas online de renegociação, como a Kitei.
4. Corte gastos desnecessários
Por fim, quando pensamos no pagamento de dívidas atrasadas, um ajuste financeiro é indispensável. De modo que o indivíduo precisa cortar seus gastos desnecessários. Obviamente, isso não significa que a pessoa precisa abrir mão de todo o lazer. Entretanto, alguns custos menos relevantes podem ser cortados. Além disso, é possível trocar produtos de marcas mais caras por soluções mais econômicas.
O congelamento de parcelamentos, feito por instituições financeiras durante a pandemia, aliviou as finanças de muitas famílias. Contudo, agora, com a volta do acordo suspenso, as pessoas endividadas precisam tomar cuidado para manter o orçamento em ordem. Nesse momento, o indivíduo precisa evitar fazer dívidas e usar ferramentas — como o cartão de crédito — com muito cuidado.
Você já está preparado para a volta dos parcelamentos congelados? Compartilhe conosco a sua opinião sobre o tema com um comentário!
